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Mostrando postagens de maio, 2025

Como viverei sem o seu amor?

Você é a paz que eu preciso  O  brilho nos teus olhos — meu abrigo Seu sorriso dá sentido à minha vida  Tua voz — alento da minha alma Teu calor me mantém forte  Quando estamos, somos luz e tempestade Nos teus braços, encontro razão pra existir Fica comigo — não se despeça Você é minha fortaleza,  O sol da manhã, a luz da aurora    Se o rio levar — sigo contigo Se o vento soprar — sigo em pé Pois no teu amor, sou inteiro Na tua presença — sou livre

A vida e seus mistérios

Guarda segredos em seu silêncio, Tecidos em tramas que a mente não alcança. Mas não é assim tão difícil — Basta um sorriso simples, Uma caminhada sem pressa, O brilho suave do sol ao se pôr, E o perfume calmo dos jardins em flor. A felicidade não reside em grandes eventos, Mas na leveza que veste o cotidiano. Por isso, mergulhemos intensos no instante, Pois o tempo não se dobra ao nosso desejo, Nem os caprichos do futuro nos pertencem. O hoje é um chão firme, uma certeza; O amanhã, um sussurro de esperança e dúvida. Se deixarmos para depois, Talvez o momento se perca — E seja tarde demais para abraçar o agora.

Vem Ser Meu Destino!?

 Percorro a estrada, moto acelerada, em busca de emoção, Chego à cidade, sem nome ou passado — pura ilusão. Dobro a esquina, e ali, teu sorriso: visão divina, Encaro teu olhar... e a razão se desencaminha. Sobe na garupa, assume a direção, faz do mundo teu chão. Seja ousada, vire vilã, mas não partas, não. Sente o meu calor, escuta o meu clamor, Vem, por favor... Vem ser meu destino!?

Soneto do Ser e do Nada

  Epígrafe   “O destino não é o que nos espera, mas o que nos constrói — sem nos consultar.” – Anderson Räder       Dedicatória:   A todos os que ousam pensar além do conforto, e encontram, no silêncio do mundo, a honestidade de uma pergunta sem resposta.       Epílogo — O Eco do Ser       Busquei sentido e vi que não havia: nem mão de Deus, nem sopro do universo. A vida é só um ato sem poesia, um gesto cego escrito em rascunho inverso.   Mas mesmo assim — insisto, dia a dia, em caminhar num tempo tão disperso. Pois se não há razão, há melodia no som da dor que canta em tom diverso.   O ser não quer resposta: quer presença. Quer ter no caos um nome a ecoar. E se não há final que nos compensa,   há dignidade em simplesmente estar. Não sei por que respiro essa sentença, mas sou o eco que insiste em perguntar.         I - O Destino e o Nada     ...