Em uma noite fugidia,
Caminhava numa estrada sombria,
Cultuando a agonia
De um futuro que não conhecia.
Parvo, amaldiçoava a vida.
Duelava a verdade,
Rejubilava, com ironia, a realidade.
Até que um anjo bom,
Que com amor me envolvia,
No teu doce tom,
Deste-me a alegria.
A aflição que sentia,
Na dor flamejante que vivia,
Se dissipou,
Amanhecendo um novo dia.
Autor: Anderson Räder
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